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Onze operações resultam em cinco prisões no caso do roubo a banco em Naranjal no Paraguai

Por Tribuna Foz dia em Notícias

Onze operações resultam em cinco prisões no caso do roubo a banco em Naranjal no Paraguai
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Onze operações resultam em cinco prisões no caso do roubo a banco em Naranjal no Paraguai

Nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira, 13 de março de 2026, a Policia Nacional do Paraguai e o Ministério Público realizaram 11 operações simultâneas nos departamentos de Caazapá, Itapúa e Alto Paraná, com o objetivo de desmantelar a organização criminosa supostamente envolvida no roubo milionário do Banco Sudameris, na cidade de Naranjal.

As operações resultaram na prisão de quatro pessoas com mandados de prisão em aberto e na detenção de mais uma, além da apreensão de armas de fogo, veículos, equipamentos eletrônicos e outros itens que se acredita fazerem parte dos recursos logísticos do grupo.

Entre os presos estão Diosnel Benítez Centurión, vulgo “Lunar”; César Antonio Ramírez Roa, vulgo “Largo”; Aldo Ramón Martínez Pintos; e Wilson Osmar Garcete Ávalos. Carlos César Vigo foi detido durante as operações. Durante as operações, as autoridades também apreenderam duas pistolas Glock e um revólver calibre .22, além de um SUV Toyota Fortuner e um Chevrolet Onix. Adicionalmente, foram confiscados seis celulares, um DVR, um drone, um cartão de memória micro SD, cartuchos de diversos calibres, tecido camuflado e documentos, que serão examinados no âmbito da investigação.

Os investigadores indicaram que alguns dos envolvidos possuem antecedentes criminais e que há indícios que ligam alguns membros do grupo a outros crimes cometidos em diferentes partes do país, como Katueté (Canindeyú), Coronel Bogado e San Pedro del Paraná.

As autoridades paraguaias também estão analisando o possível envolvimento de estrangeiros, considerando casos anteriores em que quadrilhas de outros países se uniram a criminosos locais para realizar roubos em larga escala contra instituições financeiras. Segundo os dados coletados pelos pesquisadores, esses grupos tendem a se reorganizar após cada ataque e se dispersar para diferentes áreas, o que dificulta a identificação dos líderes das operações.

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