Passarela das Cataratas do Iguaçu é interditada após vazão aumentar sete vezes
Por Tribuna Foz dia em Notícias
Passarela das Cataratas do Iguaçu é interditada após vazão aumentar sete vezes
Volume de água chegou a 11,8 milhões de litros por segundo no inicio da madrugada desta segunda-feira, 12 de outubro de 2026. Medida é preventiva e não há previsão de reabertura. Trilha das Cataratas e mirantes continuam abertos
A passarela das Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu/PR, foi interditada temporariamente na manhã de ontem, domingo 11 de outubro de 2026, após a vazão do Rio Iguaçu atingir cerca de 10,6 milhões de litros de água por segundo, sete vezes a média histórica de 1,5 milhão de litros por segundo.
A vazão é a quantidade de água que escoa por um canal em um intervalo de tempo específico. Ela pode ser definida como uma relação entre volume e tempo.
A interdição começou às 08h:00, quando a vazão estava em 8,8 milhões, e foi adotada de forma preventiva, por segurança dos visitantes, devido ao aumento do volume de água nas quedas.
Apesar da suspensão do acesso à passarela, o Parque Nacional do Iguaçu continua aberto para visitação. A Trilha das Cataratas e os mirantes permanecem acessíveis ao público, permitindo observar as quedas d'água.
Os caminhos das Bananeiras e do Poço Preto também foram fechados temporariamente. Segundo a administração do parque, os locais podem apresentar pontos de alagamento com a elevação do nível do rio.
No inicio da madrugada desta segunda-feira, 12 de outubro de 2026, a vazão estava em 11,8 milhões de litros por segundo. O aumento da vazão está relacionado às chuvas registradas na bacia do Rio Iguaçu, que atravessa o Paraná.
Ainda não há previsão para a reabertura da passarela. Segundo a concessionária Urbia+Cataratas, o acesso será liberado quando o volume de água diminuir para níveis considerados seguros e não houver previsão de nova elevação da vazão.
Equipes da concessionária, responsável pela visitação turística, e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão gestor do parque, seguem monitorando as condições do rio.
Com informações do G1
