SINDICATO DA SAÚDE: SEESSFIR entra em ação e cobra respeito aos trabalhadores da CIS em Foz do Iguaçu
Por Tribuna Foz dia em Notícias
SINDICATO DA SAÚDE
SEESSFIR entra em ação e cobra respeito aos trabalhadores da CIS em Foz do Iguaçu
Presidente do SEESSFIR denuncia irregularidades na CIS e aciona a Justiça do Trabalho
A situação enfrentada pelos trabalhadores do Centro Integrado de Saúde (CIS), responsável pela prestação de serviços no Poliambulatório de Foz do Iguaçu, acendeu o sinal de alerta no Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Foz do Iguaçu e Região (SEESSFIR).
Sindicato não se cala diante das reclamações
Sob a presidência de Paulo Sérgio Ferreira, a entidade sindical intensificou o acompanhamento das reclamações apresentadas pelos profissionais, que relatam desde redução nos valores recebidos mensalmente até possíveis situações de assédio moral, falta de materiais necessários aos atendimentos e problemas estruturais nas instalações.
Para o sindicato, a situação merece atenção imediata. Afinal, profissionais que diariamente se dedicam à saúde da população também precisam ter assegurados seus direitos, sua segurança e condições dignas para desempenhar suas funções.
Paulo Sérgio Ferreira tem sido enfático ao afirmar que o SEESSFIR não ficará de braços cruzados diante das reclamações. A entidade está acompanhando os acontecimentos, buscando esclarecimentos e adotando providências para proteger os interesses dos trabalhadores.
No bolso do trabalhador: Redução de valores gera indignação
Uma das questões que mais preocupam a direção do SEESSFIR está relacionada à supressão de um prêmio financeiro que vinha sendo pago aos empregados da CIS.
Segundo os relatos encaminhados ao sindicato, a retirada dessa verba provocou uma redução significativa nos valores habitualmente recebidos pelos profissionais, afetando diretamente o planejamento financeiro de diversas famílias.
Para o presidente Paulo Sérgio Ferreira, a questão ultrapassa uma simples discussão administrativa. Trata-se de uma situação que exige transparência, justificativas e, principalmente, respeito aos trabalhadores.
“Estamos falando de profissionais que dependem desses valores para organizar suas despesas e manter suas famílias. Não podemos considerar normal que uma verba recebida habitualmente seja simplesmente retirada sem que haja os devidos esclarecimentos. Nosso papel é defender esses trabalhadores e buscar o respeito aos seus direitos”, destaca o presidente.
O sindicato ressalta que alterações na remuneração precisam ser analisadas à luz da legislação trabalhista, das condições contratuais e da natureza das parcelas anteriormente pagas.
A preocupação é evitar que decisões administrativas acabem transferindo aos trabalhadores o peso de eventuais ajustes financeiros, sem a necessária observância dos direitos da categoria.
Da reclamação à justiça: SEESSFIR adota medidas concretas
A atuação sindical não ficou restrita às manifestações de preocupação. Diante da suspensão do pagamento do prêmio financeiro, o SEESSFIR já ingressou com medida judicial perante a Justiça do Trabalho, buscando discutir a retirada da verba anteriormente recebida pelos empregados.
A iniciativa demonstra que a entidade está utilizando os instrumentos legais disponíveis para defender os interesses da categoria e buscar uma solução para o impasse.
O processo deverá permitir a análise das circunstâncias relacionadas ao pagamento e à posterior supressão da parcela, respeitando o contraditório e os direitos das partes envolvidas.
Para Paulo Sérgio Ferreira, a defesa dos trabalhadores exige ações efetivas, especialmente quando o diálogo e os esclarecimentos administrativos não são suficientes para solucionar as reclamações.
O presidente reforça que o sindicato continuará acompanhando os desdobramentos judiciais e avaliando as medidas necessárias para assegurar o cumprimento da legislação trabalhista.
A mensagem da entidade é clara: os trabalhadores não estão sozinhos e terão representação na defesa de seus direitos.
Falta de materiais: Quem cuida da saúde também precisa de proteção
O SEESSFIR também denuncia preocupações com a falta e a inadequação de materiais utilizados no Poliambulatório. O presidente Paulo Sérgio Ferreira relatou o fornecimento de luvas plásticas para procedimentos de saúde, levantando dúvidas sobre a segurança dos profissionais e pacientes. O sindicato cobra apuração e correção de eventuais irregularidades, destacando que equipamentos adequados são essenciais para garantir condições dignas de trabalho e qualidade no atendimento à população.
Calor e estrutura precária: Condições de trabalho entram na pauta
A falta de climatização em ambientes do Poliambulatório preocupa os trabalhadores, que relatam desconforto térmico, desgaste físico e dificuldades na execução das atividades. O presidente do SEESSFIR, Paulo Sérgio Ferreira, cobra providências e destaca que não basta exigir produtividade sem oferecer condições adequadas de trabalho. O sindicato continuará fiscalizando a situação e exigindo melhorias que garantam segurança, dignidade e bem-estar aos profissionais da saúde.
ASSÉDIO MORAL
Trabalhador não pode ter medo de denunciar
Entre as questões que mais preocupam a direção sindical estão os relatos de possíveis situações de assédio moral no ambiente de trabalho
De acordo com o SEESSFIR, profissionais têm procurado a entidade para manifestar insatisfação e preocupação com determinadas práticas e formas de tratamento que estariam ocorrendo internamente.
As denúncias ainda precisam ser devidamente apuradas, mas o sindicato considera fundamental assegurar que todos os trabalhadores possam relatar eventuais irregularidades sem receio de intimidação, constrangimento ou retaliação.
“Os trabalhadores precisam ser respeitados. Não podemos admitir que profissionais que dedicam suas vidas ao cuidado da população tenham receio de denunciar situações que consideram inadequadas. O sindicato está atento e continuará acompanhando cada uma dessas demandas”, afirma Paulo Sérgio Ferreira.
A entidade destaca que ambientes de trabalho saudáveis dependem não apenas de equipamentos e instalações adequadas, mas também de relações profissionais pautadas pelo respeito e pela dignidade.
Nenhum empregado deve ser submetido a práticas abusivas ou sentir-se impedido de procurar representação sindical para buscar orientações sobre seus direitos.
O SEESSFIR reforça que todas as manifestações recebidas serão tratadas com a seriedade necessária, observando a proteção dos trabalhadores e a necessidade de apuração responsável dos fatos.
Paulo Sérgio Ferreira: Defesa da categoria é prioridade
À frente do SEESSFIR, Paulo Sérgio Ferreira reafirma que a principal missão da entidade é representar os trabalhadores e agir sempre que surgirem situações que possam comprometer seus direitos.
No caso dos profissionais da CIS, o presidente vem acompanhando as reclamações relacionadas à remuneração, aos materiais de trabalho, à estrutura física e às relações profissionais.
Sua atuação envolve tanto o encaminhamento de medidas judiciais quanto a orientação aos empregados sobre a importância de comunicar eventuais irregularidades.
Para a direção sindical, a participação dos trabalhadores é indispensável. São os relatos, documentos e informações apresentados pelos profissionais que permitem identificar problemas e avaliar os instrumentos necessários para enfrentá-los.
Nosso compromisso é com os trabalhadores. Precisamos que eles nos procurem, relatem as situações e apresentem as informações necessárias para que possamos agir. O sindicato não pode fechar os olhos diante dessas reclamações. Vamos continuar acompanhando a situação e adotando as medidas necessárias para defender a categoria”, afirma o presidente.
A orientação é que qualquer alteração relacionada a salários, benefícios, jornada, condições contratuais ou ambiente de trabalho seja imediatamente comunicada ao sindicato.
Sindicato forte, trabalhador protegido
A situação dos profissionais da CIS evidencia a importância da representação sindical na identificação de problemas e na busca de soluções para conflitos trabalhistas.
O SEESSFIR destaca que continuará utilizando os meios administrativos e judiciais disponíveis para acompanhar as reclamações e defender os interesses dos empregados.
A entidade também considera fundamental que os responsáveis pela gestão dos serviços prestem os esclarecimentos necessários e adotem providências diante de eventuais irregularidades constatadas.
Para Paulo Sérgio Ferreira, a assistência à saúde de qualidade começa pelo reconhecimento da importância daqueles que diariamente trabalham para garantir o atendimento à população.
Não é possível separar a qualidade dos serviços das condições oferecidas aos profissionais responsáveis por executá-los.
A defesa da saúde pública também passa pela valorização de quem trabalha nela.
O recado do SEESSFIR: Direitos não podem ser ignorados
Enquanto aguarda os encaminhamentos da ação judicial relacionada à supressão do prêmio financeiro, o SEESSFIR continuará acompanhando as demais reclamações apresentadas pelos trabalhadores da CIS.
A entidade reforça que permanece à disposição da categoria para receber denúncias, prestar orientações e avaliar providências diante de situações que possam representar descumprimento de direitos trabalhistas.
O presidente Paulo Sérgio Ferreira reafirma que a atuação sindical continuará pautada pela defesa da dignidade, da segurança e do respeito aos profissionais.
O recado é direto: quem dedica sua vida a cuidar da saúde da população também merece ser cuidado, respeitado e valorizado.
E, diante das reclamações que chegam ao sindicato, o SEESSFIR deixa uma posição definida: não permitirá que as preocupações dos trabalhadores sejam simplesmente ignoradas. A entidade continuará cobrando respostas, acompanhando os fatos e defendendo a categoria em todas as instâncias cabíveis.
Esta é uma reprodução da matéria jornalística publicada pelo Jornal Tribuna Popular, Edição 448, páginas 10 e 11, de autoria do Jornalista Enrique Alliana

