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Atitudes do Vereador Bosco Foz se assemelham ao "sujo que se apresenta de lavado"

Por Tribuna Foz dia em Notícias

Atitudes do Vereador Bosco Foz se assemelham ao "sujo que se apresenta de lavado"
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TRAQUINAGEM POLÍTICA

Atitudes do Vereador Bosco Foz se assemelham ao "sujo que se apresenta de lavado"

O moralista que tropeça no próprio discurso; Essa seria mais uma de suas atitudes de falso moralista

Em tempos de redes sociais inflamadas, certos personagens políticos parecem disputar não apenas votos, mas também o título de guardiões da moral e dos bons costumes. Em Foz do Iguaçu, o vereador "João Bobo", ou melhor, João Bosco, tenta chamar a atenção por adotar esse papel com paixão de adolescente malcriado.

"Falso moralismo em alta: quando o vídeo fala mais que a coerência"

O vereador João Bosco costuma dar uma de "João sem braço", bancando o santinho, como se fosse o último bastião da moral e dos bons costumes. Mas todos conhece a sua índole, sabem como um falso moralista age entre quatro paredes.

Com atitudes de um vereador trêfego, Bosco conseguiu enganar a população e conquistar uma cadeira na Câmara, mas seu mandato tem sido um fiasco.

Lembrando que esse João Bosco é o mesmo que promoveu anarquia naquele acampamento em frente ao Batalhão, que resultou no famoso 8 de janeiro e culminou com a prisão do Bolsonaro e seus áulicos.

"Bosco Foz: Mais encenação que explicação"

Bosco colocava gasolina na fogueira e depois se escondia, deixando os colegas sozinhos, como faz um soldado que foge das batalhas por simples covardia.

É esse Bosco que insuflava caminhoneiros a fechar rodovias e prejudicar a população que poderia ficar sem alimentos.

É esse Bosco que.... deixa prá lá, os leitores sabem de tudo, vamos falar dos vídeos que ele está mostrando e com sua visão equivocada.

VIDEOS

Em vídeos que circulam amplamente na internet, (pagos com o dinheiro do povo?) o parlamentar critica decisões do STF relacionadas ao combate à desinformação, classificando propostas de regulação das redes como "censura".

"Aponta para todos os lados, menos para si mesmo"

O argumento, comum em setores mais à direita, parte do princípio de que qualquer mediação institucional representa uma ameaça direta à liberdade de expressão. Coisas de mentes doentias.

No entanto, o mesmo discurso frequentemente ignora um ponto essencial: liberdade de expressão não é sinônimo de ausência de responsabilidade. Em democracias consolidadas, o debate sobre limites , especialmente quando envolve desinformação, que nos dias de hoje não são novidades, tampouco exclusividade ideológica.

Outro aspecto que chama atenção é a forma como conceitos políticos são tratados. Termos como "extrema direita" e "fascismo" são descartados como meras ferramentas retóricas, enquanto críticas ao próprio campo ideológico são rapidamente rotuladas como perseguição ou censura. O resultado é um debate que pouco avança, preso em simplificações e antagonismos.

Há ainda uma contradição difícil de ignorar: ao mesmo tempo em que o trêfego vereador denuncia supostas ameaças à democracia, o vereador já demonstrou simpatia por soluções que flertam com rupturas institucionais. Esse tipo de ambiguidade enfraquece o discurso e levanta dúvidas sobre o real compromisso com os princípios democráticos que diz defender. Mas lógico, para Bosco, a democracia é uma coisa de Satã.

A política do "faça o que eu digo, não o que eu faço"

A retórica saudosista adotada, carregada de indignação e apelos emocionais, encontra eco em uma parcela da população, especialmente em um cenário de polarização. Mas também expõe um problema maior: quando o debate público é reduzido a rótulos e slogans, perde-se espaço para discussões mais profundas e necessárias.

No fim, a questão não é quem fala mais alto ou quem se apresenta como mais "moral". A questão é coerência. E, nesse aspecto, o eleitor atento costuma perceber quando há mais performance do que substância.

Esta é uma reprodução da matéria jornalística publicada pelo Jornal Tribuna Popular, Edição 433, página 5, de autoria do Jornalista Enrique Alliana

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