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Moradores de Presidente Franco exigem sinalização e controle do tráfego de caminhões na Ponte da Integração

Por Tribuna Foz dia em Notícias

Moradores de Presidente Franco exigem sinalização e controle do tráfego de caminhões na Ponte da Integração
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Moradores de Presidente Franco exigem sinalização e controle do tráfego de caminhões na Ponte da Integração

Persistem as reclamações dos moradores da cidade de Presidente Franco, no Paraguai sobre a passagem de caminhões pela área urbana a caminho da Ponte da Integração. Os afetados solicitam melhor sinalização e maior controle para impedir que veículos grandes trafeguem por ruas e avenidas não autorizadas.

Os primeiros dias de operação da Ponte da Integração, que liga Presidente Franco a Foz do Iguaçu, foram marcados por inúmeras reclamações de moradores locais. Isso ocorre porque as ruas e avenidas não estão em condições adequadas para a passagem de caminhões. Nesta fase inicial, apenas caminhões vazios têm permissão para atravessar a ponte internacional.

As reclamações dos moradores se concentram principalmente nos danos causados ​​aos cabos de energia, telefone e internet pelos caminhões durante a passagem. Os caminhoneiros também reclamam, pois são obrigados a usar a ponte apesar das condições inadequadas.

O tráfego de caminhões é permitido apenas em determinadas ruas e avenidas, entre 22h:00 e 05h:00. No entanto, devido à falta de fiscalização e sinalização, caminhões estão circulando em áreas não autorizadas, causando danos à infraestrutura urbana.

A abertura da ponte é temporária, visto que o Corredor Metropolitano Leste (CMDE) ainda não está concluído no lado paraguaio, particularmente a ponte em construção sobre o Rio Monday. Enquanto isso, no lado brasileiro, embora as vias que compõem o Anel Viário Leste, que dá acesso à ponte, estejam praticamente concluídas, ainda faltam alguns retoques finais e medidas de segurança, como guarda-corpos, sinalização e iluminação, entre outros.

O projeto da segunda ponte ligando o Brasil ao Alto Paraná data de 1992. A construção foi concluída há três anos, mas sua inauguração foi adiada devido à falta de obras complementares. Atualmente, cerca de 200 caminhões cruzam a ponte diariamente em dias úteis, portanto, o tráfego será suspenso devido ao ferido de ano novo.

Fonte: ABC

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