Três deputados federais que se dizem por Foz conseguiram deixar o a construção do trevo do CTG fora da Concessão da BR-277
Por Tribuna Foz dia em Notícias

OS TRÊS PATETAS INCOPETENTES?
Três deputados federais que se dizem por Foz conseguiram deixar o a construção do trevo do CTG fora da Concessão da BR-277
Os três parlamentares aparecem em vídeos e discursos inflamados prometendo melhorias para Foz. Mas, na prática, quando a cidade precisa deles a resposta é o silêncio
Os Três Patetas Incompetentes? Essa é a pergunta que muitos moradores de Foz do Iguaçu se fazem ao observar a atuação dos deputados federais Fernando Giacobo (PL), Vermelho (PL) e Luciano Alves (PSD). Apesar de se apresentarem como defensores da cidade em Brasília, a realidade parece ser bem diferente quando se trata de ações concretas que beneficiem a população local.
Um dos exemplos mais emblemáticos dessa omissão é a situação do trevo do CGT Charrua, que está fechado desde 2019. Este trevo era uma importante conexão entre a região central e a zona norte de Foz, facilitando o trânsito e beneficiando milhares de moradores e trabalhadores. Desde a interdição, a estrutura não recebeu uma solução definitiva, e a cidade continua a enfrentar os mesmos problemas de mobilidade urbana.
Recentemente, surgiu uma oportunidade significativa para resolver essa questão: a nova concessão da BR-277, que abrange trechos importantes da rodovia no Paraná. No entanto, o edital de privatização ignorou completamente a necessidade de reativar e modernizar o trevo do CGT. Isso levanta a pergunta: onde estão nossos representantes? Por que eles não se mobilizaram para garantir que Foz do Iguaçu fosse incluída nesse processo?
Os três deputados frequentemente aparecem em vídeos e discursos inflamados, prometendo melhorias e investimentos para a cidade. Contudo, quando é necessário um trabalho de articulação política real para garantir que as demandas da população sejam atendidas, a resposta parece ser o silêncio. Essa falta de ação gera frustração entre os cidadãos, que esperam respeito e resultados concretos de seus representantes.
A situação do trevo do CGT Charrua é apenas um exemplo de como a cidade tem sido negligenciada. A população iguaçuense merece mais do que promessas vazias; ela precisa de ações efetivas que melhorem a infraestrutura e a qualidade de vida. O que falta para que esses deputados realmente defendam os interesses de Foz em Brasília? A cidade continua esperando por respostas e soluções que parecem não chegar.
É fundamental que os representantes eleitos se comprometam de verdade com as necessidades da população. Foz do Iguaçu não pode ser tratada como um problema secundário. A mobilização e a pressão da sociedade civil são essenciais para que esses parlamentares se tornem mais ativos e eficazes na defesa dos interesses da cidade. Afinal, a voz da população deve ser ouvida e respeitada, e os representantes têm a responsabilidade de agir em prol do bem-estar de todos.
OS TRÊS PATETAS INCOPETENTES?
Foz do Iguaçu, cidade "curva de rio" até para os nossos deputados
A insatisfação com a atuação desses parlamentares é palpável, eleitores sentem que eles só aparecem em Foz do Iguaçu durante períodos eleitorais, em busca de votos
Foz do Iguaçu, conhecida como a "curva de rio", é uma cidade que, apesar de sua beleza natural e importância turística, enfrenta desafios políticos. O termo "curva de rio" é frequentemente usado de forma pejorativa, sugerindo que a cidade é vista como distante e negligenciada, especialmente por seus representantes na Câmara dos Deputados. Os deputados federais Fernando Luicio Giacobo, Vermelho e Luciano Alves têm sid criticados por sua aparente desconexão com a realidade local, sendo chamados de "paraquedistas" por muitos eleitores. Essa expressão reflete a percepção de que eles não são verdadeiramente engajados com as necessidades e preocupações da população iguaçuense.
A insatisfação com a atuação desses parlamentares é palpável, especialmente quando se considera que muitos eleitores sentem que eles só aparecem em Foz do Iguaçu durante períodos eleitorais, em busca de votos. A cidade, que é a mais distante da capital paranaense, parece ser um ponto esquecido na agenda política, levantando questões sobre a representatividade e o compromisso dos deputados com a comunidade local. A expectativa é que, ao invés de se aproveitarem dos altos salários, esses representantes se tornem mais ativos e visíveis, contribuindo para o desenvolvimento e bem-estar da população. A esperança é que, com a proximidade das eleições, eles possam finalmente se engajar de forma mais significativa com os cidadãos de Foz do Iguaçu.
Algum eleitor viu esses deputados depois das eleições, ou eles vão aparecer somente no ano que vem que é ano eleitoral.
Esta é uma reprodução da matéria jornalística publicada pelo Jornal Tribuna Popular, Edição 410, páginas 8 e 9, de autoria do Jornalista Enrique Alliana