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18 candidatos a Deputado Estadual em Foz do Iguaçu, uma cadeira e muitos egos

Por Tribuna Foz dia em Notícias

18 candidatos a Deputado Estadual em Foz do Iguaçu, uma cadeira e muitos egos
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ELEIÇÕES 2026

18 candidatos a Deputado Estadual em Foz do Iguaçu, uma cadeira e muitos egos

Foz do Iguaçu prepara uma verdadeira maratona eleitoral para 2026. E a pergunta é: quem está realmente preparado para chegar lá?

Pasmem! Foz do Iguaçu, com 206.944 eleitores aptos a votar, terá nada menos que 18 candidatos a deputado estadual. É gente suficiente para formar quase um time de futebol, com reservas e comissão técnica incluídos.

A urna vai ser o divã

Na lista estão Deoclecio Duarte (União Brasil), Matheus Vermelho (PL), Paulo Mac Donald (PP), Ricardinho Nascimento (PSD), Inês Weizemann (PSD), Valentina Rocha (PT), Yasmin Hachem (PT), Caê Traven (PT), Mazé Saad (PCdoB), Lori de Andrade (União Brasil), Fernando Duso (PV), Giovani Fagundes (PDT), Sidnei Prestes (PODE), Cabo Cassol (PL), Dra Carla Rosane (PL), Michelle Tapia (PODE), Erica Gonçalves (Missão) e Jairo Cardoso (PSDB).

Entre eles, há nomes que já conhecem os corredores do poder, gente que já disputou e venceu eleições e personagens com longa trajetória política. Mas também existem aqueles que parecem ter desenvolvido uma relação quase sentimental com as urnas: apanham eleitoralmente, levantam, sacodem a poeira e anunciam que estão prontos para outra.

Quem tem voto levanta a mão!

O problema é que eleição não se ganha com currículo, fotografia bonita, postagem em rede social ou discurso inflamado. Muito menos com o simples desejo de ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa.

A matemática é cruel: 18 candidatos disputando o mesmo espaço político, e isso significa que muitos terão de voltar para casa com a famosa frase: “na próxima dá”.

E talvez seja justamente aí que esteja a graça, ou a tragédia da democracia: cada candidato acredita ser o escolhido, mas quem decide é o eleitor.

A urna não tem amigo

Em Foz, todos querem representar a cidade. Todos prometem defender os interesses do município. Todos se apresentam como solução.

Mas, no dia da eleição, discurso vira número, promessa vira voto e ego vira estatística.

No final, não importa quem se considera o melhor, o mais preparado ou o mais importante.

A urna não vota em currículo. Não vota em vaidade. Não vota em ego. Ela simplesmente contabiliza votos. E, em 2026, 18 candidatos vão descobrir isso da maneira mais democrática possível: contando os votos.

Esta é uma reprodução da matéria jornalística publicada pelo Jornal Tribuna Popular, Edição 441, página 04, de autoria do Jornalista Enrique Alliana

 

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